
- depresão decorrente do estresse psicológico da inanição;
- características obssessivas compulsivas em relação ao alimento;
- lanugem;
- cabelo sem brilho e quebradiço;
- cianose de extremidades;
- pele seca e amarelada em decorrência de hipercarotenemia;
- bradicardia;
- hipotensão;
- hipotermia;
- esvaziamento retardado do trato gastrointestinal;
- diminuição da motilidade intestinal e constipação;
- leucopenia;
- anemia;
- baixas taxas de sedimentação de eritrócitos;
- produção diminuída de fibrinogênio;
- deficiência de estrógenos;
- elevado nível de glicocorticóides,
- desnutrição e massa corporal reduzida.
TRATAMENTO
O tratamento de pacientes com distúrbios alimentares é mais bem realizado por uma equipe multiprofissional formada por médicos, nutricionistas e psicoterapeutas. Os locais de tratamento variam e podem incluir pacientes em hospitais ou unidades psiquiátricas, tratamento residencial ou programas para pacientes não internados. Oas critérios do nível de cuidado para os pacientes foram dsenvolvidos pela APA (American Psychological Association) (APA, 2006)
A reabilitação nutricional comprrende uma avaliação nutricional, dietoterapia e educação nutricional. Alguns pacientes necessitam de alimentação via sonda nasogástrica, mas a maioria coopera com a alimentação via oral. O objetivo dessa reabilitação é o balanço positivo entre o gasto de energia e o seu consumo resultando em ganho de peso e para que isso ocorra é necessária uma ingestão gradual de energia enquanto o seu gasto é minimizado.
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